O Governo do Estado Licitou mídia de cerca de R$ 12 milhões para propagandas e publicidade nos veículos de comunicação do Estado. Antes já havia feito outra licitação em regime de urgência para campanhas publicitárias de saúde educação e outros alegando inúmeras campanhas dentre elas para doação de sangue , no entanto admite que a saúde no Estado é um caos. Muita gente se revoltou e a conversa é só uma: fazer propaganda de que?
Acontece que o governador é cidadão e melhor que isto, médico, e como tal disse durante a campanha, conhecer os caminhos para mudar o quadro. Fez um tremendo barulho na mídia nacional trouxe o JN no ar para Rondônia, chegou até a articular intervenção estadual por Estado de Calamidade, mas um ano depois nada mudou e o dinheiro que poderia ser usado para pelo menos minimizar a saúde está escorrendo pelo ralo em campanhas em que alguns veículos apadrinhados recebem muito e outros, quando têm mídia, tem que se contentar com migalhas para fazer o mesmo serviço em sua região.Houve denúncia na mídia estadual até de contratação de serviços a empresas de comunicação de outro estado, muito embora o foco fosse Rondonia.
Agora com a Operação Termópilas veio mais uma pedrada.Desta feita o dinheiro que deveria ser usado para alimentar pacientes estava enchendo a pança de deputados e o governo, tal qual Lula, de nada sabia. O dinheiro pago para a limpeza na realidade era a “maior sujeira”.
O discurso de Confúcio ficou pelo caminho e a realidade que se apresenta preocupa. Descentralizador o governador está dando plenos poderes, no entanto não cobra os deveres a seus secretários e em terra onde todo mundo manda o resultado é este.
O Hospital regional de Cacoal é outro pólo da saúde que está para ser administrado pela Associação Nacional de Administração Social e Hospitalar (Pró-Saúde), entidade privada condenada nos estados do Maranhão e Paraná, empresa que ganhará inúmeras vezes mais que os estatutários e comissionados que lá estão para administrar, ou seja fazer o mesmo serviço que eles já fazem para ganhar muito mais. Esta terceirizando a saúde. Um Patrimônio de mais de 30 milhões em estrutura física entregue a iniciativa privada.
“... O Governo poderá repassar dinheiro ao Pró-Saúde, que sem licitação e apenas utilizando seus critérios, poderá contratar médicos, enfermeiros e serviços de terceiros. Mas para Confúcio Moura é a solução rápida e viável para minimizar os problemas do setor. “Temos que colocar o hospital para funcionar de forma correta e humana. O Hospital de Cacoal está inoperante, enquanto isso os pacientes continuam migrando para a capital. Quando tivermos o hospital em pleno funcionamento conseguiremos desafogar aqui”, disse Confúcio... (este é o teor da matéria do site Rondoniagora).
A realidade é que se esperava mais de quem fez tanto barulho, principalmente na área em que ele mais conhece.
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